THOUSANDS OF FREE BLOGGER TEMPLATES »

segunda-feira, agosto 06, 2007

Tirinhas

Laerte é tudo de bom. O Gato, então... adoro!

Estou exausta da prova ontem. Acho que hoje bateu o ressacão da tensão estudiosa dos últimos dias...rsrsrs... Amanhã volto com mais pique!

E só para não deixar nosso excelentíssimo passar batido...

quinta-feira, agosto 02, 2007

Vou, mas volto!

O negócio é o seguinte, 19 não são vinte! (isso o que um aluno falava para mim, quando eu dava bronca... engraçadinho, não?)

Na verdade, descobri ontem que vou fazer de novo a nova prova do TRF1 para técnico, que tinha sido anulada por causa de problemas no Maranhão. Como havia maranhenses interessados em se classificar para Salvador, aqui haverá novas provas também. Sabe quando? Domingo! E eu tinha certeza que não ia rolar essa chance pra mim porque não achei de jeito nenhum o papelzinho da inscrição, quando fiquei sabendo dessa possibilidade há uns dois meses. Achei que só tinha feito a prova de analista, que não teve problema algum (e eu não me classifiquei, claro!).

Murphy perde. Por falar em Murphy, o Rafael tem um site pra lá de engraçado, garante milhões de boas risadas. Assim, enquanto eu estudo e fico sumidíssima até segunda-feira (inclusive dos blog amigos), reze por mim e dê uma espiada por lá. Leis de Murphy - Ano V

Beijocas a todos e até segunda! (ou domingo de noite, se eu não estiver muito arrasada...)

terça-feira, julho 31, 2007

Só para descontrair...

Eu adoro a Turma da Mônica, desde sempre. E o blog Tirinhas TDM -Velsão Cebolinha é uma delícia, cheinho de histórias maravilhosas da turminha. Vale a pena dar uma conferida! Para lê-la melhor, clique na imagem.

segunda-feira, julho 30, 2007

Sobre a passeata "Cansei!"

Eu não sei bem como expressar o que penso sobre a passeata "Cansei!" realizada ontem em São Paulo. É nítido o propósito de setores da mídia em desqualificar a frustração legítima de camadas da sociedade em relação ao atual governo. E daí que o público era formado em sua maioria por pessoas da classe média-alta? Quer dizer que só têm legitimidade para reclamar aqueles que sobrevivem através dos bolsas-famílias generosamente ofertados pelo governo com o intuito de fomentar a transferência de renda? Aliás, transferência de renda esta que desaparece no momento em que são suspensos os tais programas para o povo.

Quer saber? A única coisa que tenho a dizer sobre isso é o seguinte:

Da última vez na história desse país que a - vamos chamar assim - alta burguesia resolveu ir às ruas, as conseqüências não foram as melhores. Ou alguém já esqueceu a "Marcha da família com Deus pela Liberdade" em 19 de março de 1964?

Penso que quando a classe média-alta chega ao ápice de ir às ruas é porque a situação vai bem pior do que se anuncia. E desmerecer esse movimento não é o melhor caminho.

Talvez fosse o momento do Excelentíssimo Senhor Presidente da República Federativa do Brasil parar de se amparar em notícias convenientemente plantadas por seus marketeiros na tentativa de abafar o alcance das vozes que começam a ser ouvidas e, de fato, começar a fazer algo pelo caos (social, de saúde, de educação, da economia, da segurança pública, dos transportes, dos impostos altíssimos, ...) em que se encontra o país.

Definitivamente, o bordão "deixa o homem trabalhar" já perdeu a validade.

domingo, julho 29, 2007

A Coluna do Ubaldo

Eu adoro o João Ubaldo Ribeiro. Do tipo que fica preocupada e sofrendo toda vez que ele tem um piripaque (o que tem sido um tanto comum nos últimos tempos). Gosto principalmente das suas crônicas aos domingos. Aguardo ansiosamente o jornal. É a minha primeira leitura de todo domingo. A Coluna do Ubaldo. Já viu que quando ele entra de férias eu sofro, né?

Especialmente quando ele resolve destroçar com a situação político-econômica do país, eu vibro. Não, ele não é analista político. É escritor (e baiano de Itaparica, embora more no Rio há muitos anos). Mas com olhar crítico e sem amarras dos que já viram tudo (ou quase tudo, o Brasil sempre pode surpreender...). E se permite criticar o que lhe causa estranheza, independente de governos ou partidos políticos (já o li muito apontando problemas no governo FHC).

Por causa da sua profissão, cada palavra é escrita com o máximo rigor. E absoluta destreza. Confesso que adoraria ter essa capacidade. De dizer o que penso de forma mordaz, mas sem perder a elegância. Se bem que hoje ele começa pesado. Mas imediatamente explica e você já o perdoa por entender que nenhuma outra palavra em nosso vocabulário poderia expressar o que acontece no país hoje. Em todos os sentidos. Em todos os campos. Em qualquer área.

Definitivamente, eu amo o Ubaldo!

Eu transcrevi a coluna abaixo. O jornal baiano que leio não tem o conteúdo online liberado (coisas da Bahia). Mas achei dois jornais onde ela é publicada online. O jornal O Globo, onde é necessário se inscrever para ter acesso ao conteúdo - mas de forma gratuita - e o jornal Diário do Nordeste.

E aí está a coluna de domingo.

Esculhambação

Tive de enfrentar um certo trauma de infância, para conseguir usar o título acima. Sou do tempo em que essa palavra era chula mesmo e, como diz o Houaiss, tabuísmo. Menino que a pronunciasse na frente de senhoras estava arriscado a ter a boca lavada com sabão. Agora se escreve e publica em jornal praticamente qualquer coisa e ela já faz parte do vocabulário cotidiano. Assim mesmo, sou obrigado a evitar os olhares de reprovação dos fantasmas de meu pai e meu avô, ambos eméritos xingadores de jornal, mas xingadores finos, que raspavam palavrões polissilábicos em textos barrocos e nunca escreveriam nada com o título que escolhi hoje.

Mas, honestamente, que outra palavra pode ser usada para a sensação que nos acomete, diante do que vem sucedendo no Brasil? Só esculhambação mesmo. Desgoverno também, mas desgoverno é pouco, esculhambação é mais plurívoca, mais conotativa, mais colorida. Acho que basta qualquer um ligar a tevê para ver o noticiário ou abrir o jornal e a sensação de esculhambação é avassaladora, nos engolfa por todos os lados.

O pavoroso desastre de Congonhas: cada dia uma coisa, ninguém sabe de nada. O governo, em vez de interessar-se genuinamente pela tragédia, resolve concentrar-se na preservação da própria imagem. Aí a gente vai ver as notícias e os responsáveis por órgãos envolvidos com o tráfego aéreo estão sendo condecorados por serviços prestados à aviação. Quer dizer, uma pessoa desesperada com a perda de parentes ou amigos pensa que pelo menos o governo deve tomar alguma providência, ainda que tardia, e o que vê é a condecoração. Como puderam ter a insensibilidade de fazer isso? A não ser que o ´relaxe e goze´ tenha sido mesmo uma palavra de ordem, ou a atitude geral dos governantes para conosco seja mesmo resumível nesse deboche.

A esculhambação, nas companhias que desprezam o viajante e no governo que as fiscaliza, já tinha brilhado assim que se teve notícia do desastre. Pois o presidente da república, que por acaso se encontrava no país, não sumiu por três dias, num gesto de pusilanimidade, grossura e falta de grandeza para o cargo? Enquanto desastres bem menores, sob chefes de Estado e governo conscientes de suas obrigações morais e políticas, levam aos atingidos as visitas pessoais de reis, rainhas, primeiros-ministros, ministros, primeiras-damas e assim por diante, aqui todo mundo, a começar pelo presidente, se escondeu.

Não há nada que justifique isso. Segundo tenho ouvido comentar, o principal fator foi o medo de vaias. Nosso líder, nosso guia, o presidente de todos os brasileiros, não cumpre seu dever moral de estar presente e à frente nos momentos difíceis vividos pelo país porque tem medo de vaias. Não pode ser, não acredito - mas que outra razão ele teria? E já li nos jornais que, na semana que passou, entre ir a lugares onde poderia receber as ingratas vaias e a outros onde o Bolsa-Família o escuda, dá exclusividade a estes últimos.

Que coisa, os lugares onde ele é vaiado não devem pertencer à realidade. A realidade é outra, é a do aplauso. Agora me ocorre que, no vasto e doce jardim de mordomias trazido pelo poder, está, tradicionalmente e em importante posição, a possibilidade de, se a realidade for desagradável ao governante, trocar-se a realidade. Dizem que, quando Catarina da Rússia viajava pelo seu vastíssimo império, auxiliares construiam cidades prósperas - cenográficas, por assim dizer - para ela ver em sua passagem e dessa forma não ter idéia da desagradável miséria de muitas daquelas regiões. Semelhantemente, o presidente escolhe a realidade nacional a que prefere ser exposto. Junto a este o argumento de que esse negócio de crise aérea só interessa a barão que viaja de avião e não ao povo mesmo, alegação que já ouvi vociferada por admiradores do governo. E pronto, está tudo certo, Deus tenha piedade de nós.

Ouvimos as mais desvairadas versões sobre o que aconteceu e as medidas que foram ou serão tomadas. A única coisa de que se tem certeza, segundo depreendo do que venho lendo, é que as passagens aumentarão de preço. É uma mudança, não se pode negar. Contam-nos que os órgãos criados para administrar a aviação civil são frondosos cabides de empregos, onde pouca gente sabe falar mais sobre um avião do que ´ele tem asas´, assim como há cabides de empregos em toda parte, todo mundo ´colocado´ e ninguém sabendo fazer nada. A capacitação é requisito suntuário ou inexistente, nesta administração.

Administração é modo de dizer, pois, a começar pelo presidente, ninguém no governo sabe administrar. Administrar é viajar, discursar e ser ovacionado, parece pensar o presidente de um governo que vive mais de reagir do que de agir e que, tudo bem avaliado, não fez foi nada até agora, além do que estamos vendo aí. E ninguém administra nada, ninguém é competente em nada daquilo a que está ligado, ninguém sabe nada, a impressão é de um viveiro de baratas tontas semitartamudas ou arrogantes. Estamos testemunhando o apagão aéreo - tudo bem, coisa da repulsiva classe média, não interessa verdadeiramente ao povo que aplaude. Mas será que ficaremos por aí?

Não custa lembrar um dos poetas mais populares do Brasil, Augusto dos Anjos, e um de seus versos mais conhecidos: ´a mão que afaga é a mesma que apedreja´. Porque, pelo arrastar-se da carruagem e pela aceleração quelônia do PAC, pode-se ter uma razoável expectativa do apagão rodoviário, do apagão portuário, do apagão da saúde, do apagão da educação etc. Está tudo acontecendo, só não vê quem não olha. E, como apoteose, o apagão literal, um apagão de energia lá para 2010 ou até antes. É, talvez venha a ser difícil, em futuro relativamente próximo, achar lugar para se esconder, muito menos das vaias. Se bem que a escuridão, inclusive a do apagão mental, ajude bastante.

sábado, julho 28, 2007

Mário Quintana

O poeminha de Quintana que usei para falar sobre o atual momento da Íris no post anterior é desse maravilhoso poeta brasileiro. Em Porto Alegre - era gaúcho - há uma Casa de Cultura que leva o seu nome. Muito linda, eu tive oportunidade de conhecê-la. Aliás, essa baiana aqui gostaria de ter nascido gaúcha, bah!

Mas Quintana é especial. Ano passado o Rio Grande do Sul comemorou em grande estilo o seu centenário de nascimento. No site comemorativo é possível encontrar sua biografia, poesias, artigos escritos sobre a sua obra, fotos, um mundo de informações que vale a pena conferir.

Mário Quintana por ele mesmo

Nasci em Alegrete, em 30 de julho de 1906. Creio que foi a principal coisa que me aconteceu. E agora pedem-me que fale sobre mim mesmo. Bem! Eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente. Minha vida está nos meus poemas, meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão. Ah! mas o que querem são detalhes, cruezas, fofocas… Aí vai! Estou com 78 anos, mas sem idade. Idades só há duas: ou se está vivo ou morto. Neste último caso é idade demais, pois foi-nos prometida a Eternidade.

Nasci no rigor do inverno, temperatura: 1 grau; e ainda por cima prematuramente, o que me deixava meio complexado, pois achava que não estava pronto. Até que um dia descobri que alguém tão completo como Winston Churchill nascera prematuro - o mesmo tendo acontecido a sir Isaac Newton! Excusez du peu… Prefiro citar a opinião dos outros sobre mim. Dizem que sou modesto. Pelo contrário, sou tão orgulhoso que acho que nunca escrevi algo à minha altura. Porque poesia é insatisfação, um anseio de auto-superação. Um poeta satisfeito não satisfaz. Dizem que sou tímido. Nada disso! sou é caladão, introspectivo. Não sei porque sujeitam os introvertidos a tratamentos. Só por não poderem ser chatos como os outros?

Exatamente por execrar a chatice, a longuidão, é que eu adoro a síntese. Outro elemento da poesia é a busca da forma (não da fôrma), a dosagem das palavras. Talvez concorra para esse meu cuidado o fato de ter sido prático de farmácia durante cinco anos. Note-se que é o mesmo caso de Carlos Drummond de Andrade, de Alberto de Oliveira, de Érico Veríssimo- que bem sabem (ou souberam) o que é a luta amorosa com as palavras.

(Texto escrito pelo poeta para a revista IstoÉ de 14/11/1984)

Pedacinhos de Quintana:

Do amoroso esquecimento

Eu, agora - que desfecho! Já nem penso mais em ti... Mas será que nunca deixo De lembrar que te esqueci?

(Espelho Mágico)

Evolução

O que me impressiona, à vista de um macaco, não é que ele tenha sido nosso passado: é este pressentimento de que ele venha a ser nosso futuro.

(Caderno H)

Os degraus

Não desças os degraus do sonho Para não despertar os monstros. Não subas aos sótãos - onde Os deuses, por trás das suas máscaras, Ocultam o próprio enigma. Não desças, não subas, fica. O mistério está é na tua vida! E é um sonho louco este nosso mundo...

(Baú de Espantos)

Poeminha sentimental

O meu amor, o meu amor, Maria É como um fio telegráfico da estrada Aonde vêm pousar as andorinhas... De vez em quando chega uma E canta (Não sei se as andorinhas cantam, mas vá lá!) Canta e vai-se embora Outra, nem isso, Mal chega, vai-se embora. A última que passou Limitou-se a fazer cocô No meu pobre fio de vida! No entanto, Maria, o meu amor é sempre o mesmo: As andorinhas é que mudam.

(Preparativos de Viagem)

Links desse post:

A vida e a obra de Mario Quintana

Casa de Cultura Mario Quintana

Site Comemorativo Centenário Mario Quintana

sexta-feira, julho 27, 2007

Rapidinha II...

Essa é para Íris...

POEMINHO DO CONTRA

Todos estes que aí estão

Atravancando o meu caminho,

Eles passarão.

Eu passarinho!

Mario Quintana

(http://www.sirizinha.com.br/iris/is.php)

Rapidinha...

Foto: http://www.utoronto.ca/commerce/showcaseAlexandraOrlando.htm

Foi muito bom assistir, finalmente, o público brasileiro agir educadamente em uma arena no Pan. Aconteceu nas provas da Ginástica Rítmica hoje. Além de aplaudir todas as atletas, sem exceção, ainda brilhou ao reconhecer o esforço da canadense Alexandra Orlando, cuja fita quebrou e que continuou a sua apresentação, mesmo sabendo que não iria ganhar pontos. O pior é que ela acabou zerando a prova, pois a fita partiu antes da metade da apresentação, o que pela regra impede sejam aproveitados os movimentos que já haviam sido executados. Uma pena, ela que estava liderando a classificação geral, acabou sem conseguir ficar entre as 8 para competir amanhã.

Por outro lado, a torcida brasileira fica de parabéns, foi bonito mesmo ver os aplausos pelo esforço da moça.

Em tempo. Resolvi mudar a foto da Alexandra que havia encontrado no site do Terra por uma que não é do Pan 2007. Um acéfalo resolveu deixar um comentário muito do desagradável... Incrível como ainda existem seres do sexo masculino que insistem em agir como neandartais
. Só muita oração mesmo...

quarta-feira, julho 25, 2007

Consegui!

Ahá! Graças à Mineira eu finalmente aprendi a colocar um track de música aqui no post. Tou tão feliz!!!! (tá certo, eu ainda fico feliz com as coisas simples, e aí?)

Hmmm... Não sei o quê aconteceu, mas o track da Shakira tá dando erro. Vou tentar outro:

Eu sei é que ando aprendendo um monte de coisas com essa brincadeira de blogar. É fascinante, de fato, tudo o que a internet nos possibilita. Inclusão digital, já! É a minha próxima bandeira, depois do "Fora, Lula!".

E em agradecimento à Mineira, fui lá tentar achar o comercial do trem de natal da coca-cola. Não consegui, mas achei esse dos caminhões, que é lindão também, iluminando o caminho com luzes natalinas por onde passa o comboio de refri.

Mineirinha, obrigada e beijoca!!!

terça-feira, julho 24, 2007

Coca-cola é isso aí!

Eu amo coca-cola. Eu sei, eu sei, faz mal pra saúde. Mas fazer o quê? É o meu vício. Eu não fumo, eu não gosto de bebida alcoólica, faço sexo seguro, mas uma coca geladinha, a qualquer hora... hmmmm, não resisto. Eu já disse que minha geladeira é do tipo coco, só tem água. Na verdade, além de água, também tem coca-cola... Sempre!

Além da bebida, confesso que sou fã dos comerciais. Cada um mais legal do que o outro. Aquele dos ursos polares, por exemplo, era muito fofo! E um bem antigo, que mostrava um homem acordando no meio de um pesadelo e indo correndo verificar o estoque de coca-cola na garagem? Ahhhh, eu totalmente me identificava com ele.

Bom, o mais novo comercial usa um personagem do videogame GTA (Grand Theft Auto) chamado Ray. Não, eu não jogo videogame. E nem vou aqui entrar no mérito de que é proposital para atrair novos aficcionados pela bebida dentro da "galera jovem" (mas antes vício em refrigerante do que outros, né?).

Mas a coisa é tão bem-feita que o rapaz tem até direito à página na internet, comunidade no orkut e tudo o mais. Olha só o link: Página do Ray

Pra variar, a musiquinha atual é muito gostosinha. "Give a little love and it all comes back to you" (dê um pouco de amor e ele volta para você). Claro que primeiro ele precisa tomar uma coquitcha para aflorar os bons sentimentos, mas tudo bem... Bom, o comercial tá aí embaixo!

E entre vários no you tube, selecionei esse daqui. Não lembro, talvez nem tenha passado no Brasil, mas achei a idéia super original.

E, só para terminar, dois comerciais com os ursos. Pena que não consegui achar o da garagem repleta de engradados de refrigerante...

segunda-feira, julho 23, 2007

Sei não, mas acho que o nosso excelentíssimo presidente deve estar pensando a mesma coisa...

sábado, julho 21, 2007

Não estou tão mal assim...

Acho que meu caso ainda é controlável...

74%How Addicted to Blogging Are You?

Free Online Dating from Mingle2

Descobri no blog da Luciana, que, aliás, tem outro blog engraçadíssimo o Epa!.

Sufoco na última semana...

Preta no início do sangramento

Eu passei a última semana às voltas com uma doença inesperada e bastante perigosa que acometeu a minha cadelinha, Preta. Por esse motivo e pela tristeza e preocupação, não consegui escrever nenhum post esses dias.

Foi assim:

Nós estávamos para fazer a histerectomia nela, depois de dois cios tomando hormônios (coisa que queríamos evitar dessa vez por trazer problemas sérios no futuro), mas ela acabou menstruando na outra quinta-feira. O problema é que o sangramento estava excessivo, daí a levamos a uma clínica na madrugada. O veterinário alertou para o problema e mandou que observássemos pois precisaria de cirurgia de emergência caso continuasse. No dia seguinte a levamos ao hospital veterinário, ligado à escola de veterinária da UFBA, e o médico mandou que continuássemos observando, discordando do outro, pois disse que era normal que algumas cadelas sangrassem muito e o hemograma que ela tinha feito estava normal.

Resultado, a nêga sangrou o fim de semana todo, muito, e se recusava a comer ou beber qualquer coisa. Eu passei o tempo todo hidratando-a com soro caseiro e água de coco. Pepe nem levantava a cabeça mais e a linguinha já estava roxinha.

Bom, S. a levou correndo ao hospital na segunda (só funciona de segunda à sexta) e ela foi imediatamente colocada no soro e tomou glicose. Qdo o resultado do novo hemograma saiu foi uma loucura porque ela já estava com o índice de plaquetas lá embaixo e precisava de transfusão de sangue com urgência. Desespero? Eu não tenho nem como dizer em palavras o que sentimos. As clínicas veterinárias não tinham nem bolsa nem animal doador para doar sangue para Preta. Até que um dos médicos no hospital conseguiu. Graças a Deus! S. a levou para tomar a transfusão e na terça ela foi operada.

Do dia da operação para cá, cada atitude "normal" dela era um novo alívio, que nos trazia lágrimas aos olhos. O primeiro alimento sólido que ela ingeriu, na quarta-feira, praticamente uma semana depois, os primeiros goles de água, os primeiros passos, o primeiro xixi, o primeiro abanar de rabo, o primeiro côco, a primeira lambida no nariz da gente, o primeiro latido...

Minha Pepe quase morre. A doença? Uma infecção no útero chamada Hemometra. O que a salvou? Muito amor, a vontade dela de viver, a hidratação constante com soro caseiro e água de coco, e o principal - pode dar risada, mas foi o que lhe abriu o apetite - uma fruta parecida com laranja, a lima. S. lembrou que sua mãe sempre dizia que lima levanta defunto. Eu digo: é verdade!

Lima: fruta todo-poderosa

Parece laranja, mas não é! A casca é mais fininha e os gomos são verdinhos-claros, quase brancos.

Lima - A limeira, árvore família das Rutáceas, é originária da Ásia, tendo sido aclimatada no Brasil. O suco da fruta, branco, tem sabor doce-amargo.

Utilidades Medicinais

Infecções em geral - Substituir algumas refeições, esporadicamente, por lima, exclusivamente.

Enxaqueca - Aplicar à têmpora cataplasmas de folhas de limeira maceradas.

Escorbuto - A lima, sendo rica em vitamina C, é indica contra essa doença carencial.

Febre - Misturar o suco de lima com água e tomar sem açúcar.

Febre tifóide - Proceder como indicado em febre.

Flatulência - Tomar, após as refeições, meio copo duplo do chá da casca da lima em infusão.

Fonte: http://www.todafruta.com.br/todafruta/mostra_conteudo.asp?conteudo=6293

domingo, julho 15, 2007

Pan 2007... Não tem preço! II

imagem: www./esporte.uol.com.br/pan/2007

O jovem baiano Allan do Carmo ganhando bronze na Maratona Aquática... Demais!

A final de Tae Kwon Do ... Emocionante!

A vibração da equipe masculina de Ginástica Artística... Contagiante!

A simpatia de Daniela Hipólito com as câmeras... Uma fofa!

Jade Barbosa arrasando nos aparelhos... Nota 10!

O presidente Lula sendo vaiado seis vezes e ainda pagando mico no momento da abertura dos Jogos... Não tem preço!

Pan 2007...Não tem preço! I

imagem: ultimosegundo.ig.com.br - galeria de fotos

Elza Soares cantando o Hino Nacional... Emocionante!

A apresentação da Cia. de Dança Deborah Colker acompanhando Chico César em Oração pela Paz... Lindo demais!

Daniela Mercury encerrando a festa... Poderosa!

O presidente Lula sendo vaiado seis vezes e ainda pagando mico no momento da abertura dos Jogos... Não tem preço!

quinta-feira, julho 12, 2007

Reflexões...

Eu estava passeando no site do Laerte quando me deparei com a tirinha abaixo. Daí eu fiquei pensando como o nosso mundo está com os valores totalmente alterados. E se formos começar a investigar, onde será que entortamos?

quarta-feira, julho 11, 2007

Tem outra explicação?

Publicada no site Charges Online, hoje. Aliás, lá tem várias charges, todas ótimas...

terça-feira, julho 10, 2007

E a pergunta que não quer calar...

... "Tostines está sempre fresquinho por que vende mais ou vende mais por que está sempre fresquinho?"

Tá certo, confesso, sem tempo e sem idéias para escrever. Mas há uns dois dias que venho sendo acometida por lembranças do gênero. Propagandas, aberturas de novelas e quetais que povoaram a minha infância. E, só para continuar nas décadas de setenta e comecinho de oitenta, descobri o vídeo abaixo no youtube (depois que assisti o "fala, sônia" nunca mais consegui ler o nome do site sem rir sozinha).

Eu não tenho a mínima idéia sobre o enredo da novela. Acho até que só me era permitido assistir a abertura, ou talvez eu dormisse logo depois, mesmo. Mas lembro que ficava invocada me perguntando como é que as pessoas ficavam tão pequenininhas... pode? Coisa de criança mesmo. E criança não-tecnológica, com a mente inundada de Joãozinhos, Gullivers e Pequenos Polegares, como todas dessa época, claro!

Ah, e não posso deixar de comentar que As Frenéticas eram muito, muito engraçadas e com toda uma energia bem setentinha, mesmo... All dancin'days... Mas hoje em dia me pergunto como é que deixaram as moças gravarem aquela música da lição de piano no "Arca de Noé", que foi um programa totalmente infantil. Hmmm... Deixa eu economizar a idéia para outro post... Por enquanto, aproveitem Feijão Maravilha!

domingo, julho 08, 2007

O meu domingo em imagens... E amanhã: batente!

Dica legal!

A Bruna indicou uma forma muito legal de brincar com fotos. A minha aí do lado é prova disso... O site oferece várias maneiras, eu segui a dica da Bruna e escolhi museu. Se quiser fuçar mais, vá para a página principal do site. Divirta-se!

Que falta faz uma Brastemp...

Meu sonho de consumo? Uma geladeira frost free. E se for daquelas que só faltam falar, melhor ainda.

Fala a verdade, tem coisa pior do que descongelar geladeira? Na minha lista de piores do universo doméstico, fica em primeiríssimo lugar, olhando lá de longe pro segundo colocado: dar banho nos cachorros.

Mas ontem (sábado) eu não tive escapatória. Acho que mais uns dois dias e a porta da geladeira não ia mais fechar. É, a porta da geladeira, porque a do congelador já não fechava há uma semana, pelo menos. A sorte é que a dita aqui em casa é normalmente do tipo coco - só tem água. Acho que é por isso que eu consigo adiar por tanto tempo o descongelar do congelador. Acredite, o gelo já estava com uns 10 centímetros, fácil.

Daí que eu desliguei a tomada de manhã e aguardei o dia todo o gelo derreter. E no início da noite enfrentei bravamente os icebergs que despencavam no meio da geladeira. Mau humor total, mas cumpri a árdua tarefa. Outra agora só daqui uns três meses, pelo menos...

sábado, julho 07, 2007

Falando em seriados...

Eu amo séries de televisão. A-mo! Tentei até começar um blog sobre isso, mas é complicado fazer tudo o que se tem pra fazer na vida e ainda administrar dois blogs. Daí o seriesqueamo tá de time out. E confesso que o final para sempre de Gilmore Girls mexeu comigo. Fiquei arrasadíssima. Era a minha série favorita de todos os tempos. A enxurrada verbal cheia de referências maravilhosas das meninas Gilmore é difícil de encontrar em qualquer tv show. Isso tudo para dizer que esta semana foram os finais de temporada do Sony. Não gosto muito de season finale que deixa muito suspense no ar. ER é craque nisso, dá uma raiva! E Ghost Whisperer e CSI resolveram fazer isso. É chato, principalmente que no Brasil a gente espera muito, muito mesmo, as estréias.

De todo modo, o meu final favorito foi o de Medium. Tá certo, eu acho a família da Alisson um barato. O Joe nem precisa mais de curso, pode se inscrever direto para santo. Não bastasse o pobre viver cercado de mulheres, elas são todas médiuns. Hilário!

Só que apesar de ter adorado o episódio final de Medium, eu fiquei me perguntando... Imagine como a vida da Al seria mais fácil se a cidade de Phoenix tivesse um Departamento de Investigações Criminais como os CSI LA, NY e Miami. Ou um Instituto Médico-legal cheio de feras como o que Jordan trabalha. Dá pena a Alisson só poder contar com o Scanlon. Que aliás, coitado, parece ser o único que trabalha na polícia de Phoenix, né?

E, mudando de assunto...Essa é do Iturrusgarai, seria cômica, se não fosse trágica...

quinta-feira, julho 05, 2007

Acelerando...

Pois é. O recesso de junho termina domingo. Segundona, estou de volta ao batente. Na Bahia, as férias são juninas, para aproveitar os festejos. Principalmente São João, quando todo mundo migra da capital para o interior, atrás dos arrasta-pés. Tudo isso para dizer que aqui na escola já estamos arrumando tudo para a volta as aulas. Suspiros. Confesso que eu já estava mesmo cansando de tanto não fazer nada... Mas pensar em todos os choramingos na segunda... Ai, ai, ai. Bem que dizem que vida de pró é sacerdócio...

E estava eu toda entretida nesse ritmo quando, ao abrir o portão para uma mãe que vinha fazer pagamento de mensalidade, Bóris escapole com toda a força. Bóris é um fujão da pior estirpe. Tivemos que adaptar todas as entradas da escola para evitar as escapulidas do malandro (É, Bóris, Tobias e Preta "trabalham" na escola. Na verdade, fazem parte do nosso projeto pedagógico, mas isso é outra história). Aff! O danado resolveu escarrerar um pobre de um viralatinha que estava passando. E eu quase morro de susto, graças a Deus o outro bichinho não era bravo e nem aconteceu nada com o sirigaito do Bobó, que ainda se meteu no meio da rua... Mãe sofre!

Essa é em homenagem à Bobó...

terça-feira, julho 03, 2007

Resumão do findi...

Eu comecei a escrever um post sobre o meu fim de semana e já tava quase no final quando resolvi apagar tudo. Eu não posso falar de amenidades quando no fundo estou revoltadísisma com tudo o que está acontecendo no Brasil. O pior é que a gente não se rebela, pô!

sábado, junho 30, 2007

Banner!

Eu agora estou chiquésima! R. fez um banner super lindaço para mim. É incrível o que esses meninos conseguem fazer com o photoshop. Confesso que me embaralho toda. Não importa, A-MEI!

Testando parágrafos...

Este é um teste de parágrafos. Como é que faz para ter parágrafos nos posts? Este eu fiz no wordpad. vamos ver...

sexta-feira, junho 29, 2007

teste musical...

brelou... hmpf! queria descobrir como faço para colocar só uma musiquinha tocando no post...

Da série lembranças... I

Ontem teve aula... E ainda ouvi do prófi que sou repetente. Tudo pq respondi a uma pergunta difícil. Tá certo que num suporto Direito, mas alguma coisa eu lembro né? Repetente... aiaiai... se ele soubesse como isso me estimula... E lá se vão quase dez anos de formada. Num instante. Colei grau no semestre 98.2. Mas a cerimônia aconteceu em 99, março. Claro, a UFBA não começou a fazer greve agora, essa é uma prática antiga. Mas a formatura foi legal. Fui mestre-de-cerimônia, junto com um colega (sabe aquele que fica lá em cima chamando todo mundo pra colar grau? Eu tbem fiz isso!). Fazíamos parte daquele restinho da turma que ou não tinha grana para bancar a colação de grau em toda a sua pompa ou não queria gastar dinheiro em algo que não acreditava (adivinha qual era o meu caso). Muitos eram alunos remanescentes de semestres lá atrás (tá, vou falar, repetentes), outros eram colegas que nunca haviam trocados duas palavras (nem bom dia, acredite, tinha umas meninas muuuuito educadas). Bom, só sei que no final das contas gastamos pouquíssimo, uns duzentos reais nos dias de hoje, em relação à cerimônia oficial, que levou mais uns dois zeros e alguns quebrados na conta. Agora, o baixo orçamento teve seus sacrifícios. Usar beca alugada e fedorenta, por exemplo. Ai, que nojo! Minha mãe ainda botou no sol uns dois dias assim que eu pude pegar a dita. Resolveu quase nada. Tinha só um músico, por sinal, namorado de uma das educadas. Já viu que não pudemos dar pitaco na seleção musical, né? Nem lembro direito, mas algo no estilo grude-brega que tooodo mundo acha lindo em cerimônias do tipo. Aff! O pior de tudo eu conto no final. Agora, o melhor da história. Aqueles vinte gatos pingados, eu incluída, acabaram tendo uma senhora formatura. Usamos o prédio da reitoria da UFBA, lindíssimo, bem antigo. Podíamos chamar quem quiséssemos; resultado, lotou. E o casal de mestres-de cerimônia impuseram um ritmo tão vibrante que todo mundo batia palmas. Até durante a chamada dos formandos pra receber o canudo, quando todo mundo normalmente boceja e pensa se aquela chatice já tá acabando... Haha, eu sou demais mesmo! Era a primeira a gritar: Juracyr... Uhu!!!!, Joroastro... Uhu!!!, Josiclene... Uhu!!! (nomes de formandos fictícios, claro!) O povo assistindo não podia fazer mais nada além de bater palmas efusivamente, lógico. Ninguém ia me deixar sem graça, né? Engraçado mesmo foi ouvir das pessoas depois que nós éramos uma turma muito unida... Viu como é bom manter o astral? Ah, e só pra terminar a sessão nostalgia e fechar com chave de ouro esse momento lindo da minha vida... Não tenho nenhuma foto da formatura. Por que, vc vai perguntar. Todo mundo tem zilhões de fotos da formatura! Explico. Nessa de fazer tudo com baixo custo as meninas educadas responsáveis por contratar os fotógrafos acertaram tudo com um dito que não sei de onde apareceu. E pagaram adiantado pelo serviço o equivalente a umas vinte fotos por formando. Não, ele não fugiu com o dinheiro. Foi pior. Todas as fotos, sem exceção, saíram manchadas ou distorcidas. Sério. No dia em que fui buscar as fotos, no auge do meu escândalo arrasa-a-família-inteira-do-infeliz, ainda tive que ouvir do mentecapto que só as fotos dos outros fotógrafos é que estavam ruins. As dele eram ótimas. E pegava uma foto menos piorzinha para justificar. Que outros fotógrafos, você me pergunta. Acredite, os que ELE levou para fotografar o evento ao lado DELE e que faziam parte de SUA equipe. Soubesse eu, tinha levado um fotógrafo particular. Pelo menos ele não ia ter desculpa de fazer caquinha, né? Eu joguei as fotos todas na cara dele e saí batendo os pés. Adoro um barraco... É claro que minha mãe depois foi lá e pegou as fotos às quais eu tinha direito. Mãe faz dessas coisas. Não tá nem aí se vai desmoralizar você. Só de protesto eu nunca mais olhei as tais fotos. Quer dizer, a menos piorzinha ela colocou em um porta-retrato na sala, ao lado de todas as outras fotos da família. Orgulho dela, uma filha advogada, outra médica e outra dentista! Pena que a advogada sempre foi ovelha negra. Hoje em dia é pró de criancinha...

quinta-feira, junho 28, 2007

E aí, já começou a estudar?

E a resposta é... Uma amiga perguntaria: tem nada pra fazer não? Eu respondo: não. Quer dizer, tenho, mas num quero fazer o que tenho pra fazer, dá pra entender? E antes que comecem a me acusar de come-dorme, vou logo dizendo:TOU DE FÉRIAS!!! Ou melhor, recesso junino. O bom de ser pró é isso, férias duas vezes por ano. Somos mal remuneradas, ninguém reconhece o esforço de educar os filhos alheios e por aí afora. Mas... Temos duas férias por ano!!! Tá pensando o quê? E tá reclamando por quê? Nada, nada... Vou continuar aqui, fuçando a net. Pró sem dindin pra viajar fica assim. Abusada. Perguntinhas: - como é que eu faço pra botar link ou aquela caixinha de música no blog? - como é que eu faço para escrever legenda na figura? - como é que eu crio um desenho legal para o título do blog? - como é que ... Já ia esquecendo, a imagem é de Ryan Heshka. Conhece? Eu tbem não. Descobri hj, nas minhas andanças. Enquanto não aprendo a fazer legenda, vou indicando por aqui mesmo...

Hmpf!

Estou aqui, toda paramentada, mas sem vontade alguma, precisando começar o estudo. Estudo? É, resolvi que quero ser funcionária pública. Sabe aquela do se não pode vencê-los, junte-se a eles? Então. Consegui um curso onde o professor é feroso e o preço mais acessível, no centro da cidade. O prófi é bom, eu já tinha comprado uns cd's dele e me deu um up legal. O problema é que eu sempre fui instável para estudar. Começo, paro. Fico entusiasmada, paro. Encho de gás, paro. E agora estou quase assim. Digo quase porque dessa vez eu coloquei na minha cabeça que eu VOU SER FUNCIONÁRIA PÚBLICA, custe o que custar. Daí que estou aqui, toda paramentada. Mas sem vontade alguma. Suspiros. O pior não é isso. Para aqueles que acreditam em recado do universo, e eu acredito, recebi uns dois essa semana. Explico. O prófi tinha mandado estudar os remédios constitucionais e direitos sociais na aula de quinta-feira passada. Depois tivemos um recessinho na sexta, para o São João. Você estudou? Nem eu. Segundona, aula; não fui por motivos outros, dia desses eu conto. Bom, mais uma chance de estudar e não passar vergonha na aula (o professor é daqueles que olha no seu olho e diz que gosta de aluno participativo...ufs!). Quem estudou? Eu, não. Pois me ligam do curso às 17h30, eu já quase pronta para sair, avisando que não ia ter aula. Ôpa, o pessoal lá de cima tá me mandando outra chance de estudar, são tão bonzinhos. O melhor ainda está por vir... Ontem, quarta-feira, passei o dia fazendo uns downloads e torcendo para Arthur Virgílio virar presidente do Conselho de Ética do Senado. Ah, o livro ficou o dia todo, devidamente aberto, em cima da mesa. Tchan, tchan, tchan, tchan... Adivinha? De novo, não tive aula!!!! Você vai dizer que o curso é uma baderna, não tem aula nunca, etc. Eu digo que o prófi é super-hiper-mega-blaster ocupado. E que o Universo tá me dando outra chance, é claro! Amanhã eu conto se estudei e se tive aula. Torça por mim!

quarta-feira, junho 27, 2007

Aly & AJ

Entendeu nada do título? Explico. Acabei de me bater com um vídeo dessa dupla/banda muito legal. São duas garotas (devem ter 18 e 16), irmãs, que parece faziam parte dos seriados do Disney Channel, estilo Hilary Duff. É o tipo de banda que eu não procuraria, já que deixei os teen years pra trás há algum tempo...rsrsrs Bom, só sei que vale a pena, curti mesmo o som das meninas. Esse clip é um single - The potential breakup song - do novo disco que sai agora em julho.

E depois de Aly & AJ, já que estou em ritmo de música mesmo, vou colocar o clip de um grupo chamado I'm from Barcelona. A última VIP deu a dica e eu fui atrás. É um grupão, são 29 músicos e o líder é o bigodudo que aparece no começo - Emanuel Lundgren. A idéia dele era reunir o maior número de amigos que pudesse encontrar para cantar músicas pop durante o verão de 2006. São suecos, apesar do nome do coral. Sabe aquelas musiquinhas que vc acaba repetindo sem descanso na mente? Pois, essa é assim. A letra está aí embaixo, dei uma traduzida. Vamos cantar juntos? Mais informações, achei aqui: http://musica.uol.com.br/ultnot/2006/11/02/ult89u7166.jhtm
We're from Barcelona
I'm gonna sing this song with all of my friends - Vou cantar esta canção com todos os meus amigos and we're all from Barcelona - E todos somos de Barcelona Love is a feeling that we don't understand - Amor é um sentimento que não entendemos but we're gonna give it to ya - mas vamos dar pra você We'll aim for the stars - Nós vamos mirar as estrelas We'll aim for your heart when the night comes - Nós vamos mirar o seu coração quando a noite chegar And we'll bring you love - E vamos trazer amor para você You'll be one of us when the night comes - Você será um de nós quando a noite chegar

terça-feira, junho 26, 2007

Sobre música e outros...

Pois então, hoje, zapeando em uma tarde preguiçosa, acabei parando no Sem Censura. Eita programinha agradável. Sempre com algum convidado interessante, ou alguns, quando a produção tá inspirada. Bom, acabei descobrindo uma cantora chamada Gláucia Nasser. Simpatia em pessoa! Um sorriso franco e generoso, dá vontade de ouvi-la contar histórias por horas a fio. E olha que a moça é cantora... Leda Nagle não teve dificuldade nenhuma em entrevistá-la, era só deixá-la falar. O melhor de tudo é que a moça é uma ótima cantora. Fuçei e encontrei seu site (www.glaucianasser.com.br), onde dá pra escutar os seus dois discos e ainda fazer dois downloads de músicas de trabalho, do primeiro disco (Gláucia Nasser, 2003) uma música chamada Laços de cetim, quando foi descoberta - e do segundo disco (Bem Demais, 2006), Balanço Zona Sul, cujo videoclip eu coloquei aqui. O mais legal é o exemplo de força de vontade e, como ela diz, quando estamos focados em um objetivo, tudo acontece. Acredita que ela adorava música quando jovem, mas os pais não permitiram que ela enveredasse por esse caminho. Foi estudar Marketing, morou fora, voltou para o Brasil, já estava com o caminho político engatilhado - ia ser candidata à prefeitura de Patos de Minas -MG, qdo resolveu investir no sonho e começou a cantar em bailes. Como ela mesma diz, paguei vários micos, mas feliz da vida. E o resultado? Uma mulher cujo sorriso dá a dimensão exata da sua felicidade. No programa, os convidados fizeram uma votação rápida e todos preferiram o cabelo dela como está agora, solto e cacheado. Concordo plenamente. Ela está linda no clip, mas acho que os cachos a fazem mais bonita ainda. Saca só o clip - Balanço Zona Sul! De quebra, ainda tem o delicioso do Jonathan Haagensen...

A dor de uma saudade...

Ainda sobre animais de estimação... Ontem eu já estava naquela de quase dormindo, ainda acordada quando S. entrou no quarto, assistiu um pouco de tevê e perguntou: que barulhos são esses? - hein?, eu respondi. A verdade é que estou tão acostumada com os barulhos lá de fora (meu quarto dá para a rua e moro em casa) que não tinha me dado conta. Começamos a investigar a origem dos grunhidos suspeitos e, surpresa!, Pépe era a responsável. Ou melhor, a barriga de Preta, nossa vira-lata. Resumindo, desde que Leopoldo nos deixou tragicamente, Pépe tem se alimentado pouquíssimo, às vezes nada. E ontem nos passamos de verificar se ela tinha comido algo. Daí os barulhos estrondosos que vinham de seu estômago. Ainda tínhamos um resto de latinha (dessas comidinhas especiais para cães em forma de patê) e foi a salvação da lavoura (Ou da barriga de Pépe). O lado bom é que S. cozinha muito! E tem feito carninhas aferventadas para atrair o paladar da nossa cadelinha (menos ontem, daí os roncos noturnos que nos assombraram). Quem foi que disse que só os humanos sentem luto? Na foto, Leopoldo atacando o prato de Preta. Ela achava o máximo. Pena que a fotógrafa desmiolada (eu!) cortou os olhos da fofa.

domingo, junho 24, 2007

Eu sou eu e minhas reticências...

De todos os sinais de pontuação, as reticências são, definitivamente, minhas favoritas. Há algo de especial em três pontinhos que se sucedem. Um não é suficiente, nem dois. São necessários três deles para fazer o leitor abstrair-se e buscar novos rumos. Nada como um texto terminado em reticências... Viu? Não preciso completar meu pensamento, vc vai para onde quiser com ele. Por que não há nada igual a um texto terminado em três pontinhos? Eu tenho as minhas razões, mas prefiro deixar vc buscar as suas... Por quê? ... Por outro lado, andei pensando que minha vida é regida por este sinal de mil opções. Os cursos que comecei , reticências, os desejos que senti, reticências, os amores, reticências, reticências, reticências. E eu sigo minha vida... Eu sou uma mulher reticências...

Foi assim... Eu não queria, de jeito nenhum, um mico como animal de estimação. Por várias razões, a principal delas o fato desses bichinhos serem tirados da mãe, que muitas vezes é morta. Mas aí me aparece um que estava sendo maltratado pelo antigo dono. E eu ia fazer oq? Acho que se tivesse muito dinheiro, minha casa seria uma mistura de canil para viralatinhas e zoológico para animais que sofreram abuso. Bom, então assumi o bichinho. E resolvi amá-lo, escová-lo, alimentá-lo e por aí afora. Confesso que me apaixonei. De fato, são animaizinhos incríveis. E ele ainda era bem bebê, tão fofinho. Um sirigaito que deixou a todos apaixonados. Pretinha, minha viralata lindona, adotou-o, só viviam às turras.

Até que uma tragédia aconteceu na última quarta-feira... E eu tenho chorado. Muito. Choro de saudade. E de culpa. É verdade, fui a culpada pelo infortúnio. Talvez eles aconteçam para nos lembrar que não é suficiente ter boa intenção e agir de acordo. Precisamos também estar atentos aos nossos passos... Ou pés... Na foto superior, Leopoldo dormindo dentro da minha blusa... Embaixo, ele se divertindo na pitangueira. Ele deve estar agora no céu dos animaizinhos... E nós ficamos aqui, chorando a saudade...